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Mostrando postagens com o rótulo PAGAMENTO

SBCP critica parcelamento muito longo de Cirurgias Plásticas

( Clicrbs ) - Embora a procura por financiamento para cirurgia plástica venha aumentando no Brasil, a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) critica quem oferece esse tipo de serviço. Para o diretor científico da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica de SC (SBCP-SC), Jorge Bins Ely, o corpo do ser humano não pode ser comparado a um produto. – Dividir o valor da cirurgia em até três, quatro vezes, tudo bem. Isso vai de uma negociação do paciente com o médico. Agora, parcelar em 36 vezes acho um pouco demais. Estão confundindo vidas com carros – defende Ely. Em visita a Florianópolis no começo deste ano para participar da 25ª Jornada Sul-brasileira de Cirurgia Plástica, o presidente nacional da entidade, José Tariki, disse que cerca de 70 notificações foram feitas a médicos do país no ano passado por ligação com financeiras que atuavam de forma ilegal. Pedagoga economizou e pagou tudo à vista A pedagoga Analia Verônica Souza, de 37 anos, de Florianópolis, optou po...

Médicos discordam de consórcios para cirurgias plásticas

( O Estado de São Paulo ) - A mudança na legislação dos consórcios que contempla a realização de cirurgias plásticas desagradou a sociedades médicas diretamente ligadas à prática. O temor é que a falta de regulação sobre as empresas que oferecem o serviço gere ainda mais problemas e reclamações. Levantamento do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) aponta que a especialidade está no topo do ranking de reclamações endereçadas ao órgão. Os consórcios para a realização de cirurgias contrariam uma resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) que proíbe os profissionais de participarem de qualquer tipo de atividade que mercantilize a profissão, como os financiamentos. Para o presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), José Yoshikazu Tariki, essa resolução deverá continuar a ser seguida. “Vamos seguir a resolução do CFM, pois uma cirurgia não pode ser igual à aquisição de um bem de consumo”, afirma. Mas com a prática protegida por lei será...

Banco Central aprova consórcio para cirurgia plástica

A partir da próxima sexta-feira, está autorizada a criação de grupos de consórcios para aquisição de serviços como cirurgias plásticas, pacotes turísticos, colocação de prótese, pós-graduação ou mesmo para um curso de MBA no exterior. Os consorciados contemplados também poderão utilizar a carta de crédito para quitar um financiamento no banco, desde que o débito esteja em seu nome. Entretanto, tanto em caso de cirurgia plástica quanto de outros serviços, vale lembrar que não são as clínicas, agências de turismo ou profissionais que oferecem o consórcio. Apenas administradoras autorizadas pelo BC podem fornecer essa modalidade de aquisição de bens, seguindo as regras estabelecidas pela instituição para o setor. E para saber se a empresa que oferece o consórcio está regularizada, o consumidor deve consultar a lista no site do Banco Central ( clique aqui e confira ). Quem desejar fazer uma cirurgia plástica pagando com a carta de crédito de um consórcio, por exemplo, deve se informar...

Parcelamento de cirurgia Plástica vai ser proibido

Em resolução, CFM proíbe médicos de se relacionarem com intermediadoras financeiras. Empresas do país inteiro querem se unir para entrar na Justiça contra a medida. G1 - A febre da popularização da cirurgia plástica está prestes a sofrer um baque. O Conselho Federal de Medicina (CFM) editou uma resolução que proíbe médicos de se associarem a intermediadoras que parcelam o pagamento no crediário. A medida deve ser publicada em Diário Oficial na próxima semana, e a punição vai de advertência confidencial a cassação do registro profissional. Espalhadas por todo o país, as intermediadoras se reúnem na tarde desta quarta-feira (12), em São Paulo, para discutir a criação de uma associação e as medidas jurídicas a serem tomadas em resposta à medida do CFM. Já são cerca de cem empresas deste tipo em atuação no mercado “Esse mercado competitivo na área médica fez com que empresas que visam o lucro intermediassem o trabalho, intervindo na relação médico-paciente. Muitas vezes o médico...

Centro Nacional –Cirurgia Plástica faz parceria com a VISA

Quem adquirir o cartão ‘Centro Nacional – VISA’ pode fazer cirurgias parceladas no cartão em até 24 vezes. O Centro Nacional – Cirurgia Plástica acaba de concluir uma parceria com a “VISA” e passa a ter a sua marca vinculada a maior empresa administradora de cartões de crédito do mundo, trazendo privilégios e benefícios para aqueles que desejam fazer uma cirurgia plástica. Quem adquirir o cartão de crédito ‘Centro Nacional – VISA’ pode usufruir dos benefícios de toda a rede credenciada VISA e ainda usar nas unidades do Centro Nacional – Cirurgia Plástica. A opção ‘Private’ permite que o cliente parcele cirurgias no cartão em até 24 vezes, não tendo a necessidade de dar 24 cheques e com o mesmo juro já praticado na empresa, tornando desta maneira a transação financeira mais fácil ainda e muito mais rápida. “Nosso trabalho sempre visa facilitar a vida do nosso cliente”, explica Arnaldo Korn, diretor do Centro Nacional. A aquisição do cartão estará disponível provavelmente a partir da seg...

Parcelamento de pagamento faz crescer procura por cirurgia plástica

O Brasil já é o segundo mercado de cirurgia no mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos. O acesso ao parcelamento do valor em até 36 vezes é um dos fatores que contribui para o crescimento do número de cirurgias plásticas que vêm sendo realizadas no País. Em 1994 foram 100 mil e no ano passado, 700 mil. Com a facilidade de pagamento, a cirurgia, antes um privilégio de poucos, começa a atender grande parte da população. Mas, para que o parcelamento seja possível é necessária uma empresa que intermedia a negociação financeira entre médicos, pacientes, hospitais e fornecedores de próteses. Nos Estados Unidos, pagar em parcelas tratamentos médicos é muito comum, já no Brasil ainda existe certa rejeição a esse tipo de procedimento. “Mas, se vermos pelo lado prático, o financiamento é uma inclusão social, pois possibilita o acesso a produtos e serviços diversos antes inacessíveis a grande parcela da população e agora também a relacionados à saúde. Para o paciente, a empresa intermediado...